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O papel dos jovens no processo de Desenvolvimento

República Democrática de São Tomé e Príncipe- o nome oficial do país situado no Golfo da Guiné, banhado pelo oceano atlântico, atravessado pela linha do Equador na costa ocidental Africana. Um arquipélago formado por duas ilhas ( ilha de São Tomé e a ilha do Príncipe ). Terra de gentes hospitaleiras e amigáveis, nação jovem, de pessoas humildes e simples, onde o tempo é favorável e a natureza riquíssima e solidária. O estado soberano que outrora fora colónia portuguesa e que no dia 12 de julho de 1975, celebrou-se pela primeira vez a sagrada festa da independência. Desde então, a nação foi entregue aos  filhos legítimos dela, homens idóneos, letrados e  de lábias convincentes, que receberam nos seus ombros a missão de defender  os interesses dos São-Tomenses e guiarem o país rumo ao desenvolvimento. Pessoas que deixaram a ganância ‘’ fechar’’ seus olhos e deram passos obscuros, movidos por interesses pessoais e sucesso individual. Maus gestores da coisa pública que jogaram o país no ‘’poço’’ da improdutividade e dependência total. Desde então,  a instabilidade e a incompetência  fizeram desta sublime nação uma terra fértil e frutífera em todo tipo de frutos amargos, desde a pobreza que saqueia as  famílias até a corrupção que paralisam  instituições, passando pela vizinhança da desorganização até a ‘’doença da preguiça ‘’ que afecta a sociedade civil. 
Face à essas constatações, qual é afinal, afinal a posição dos jovens São-Tomenses? Qual deve ser o papel do jovem São-Tomense e consequentemente de todos no processo de Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe? 
Sentando-se numa das  pontes de barreira de contenção das águas marinhas na  belíssima baía de Ana-Chaves, respirando o ar puro que sopra do horizonte do mar azul e límpido, cheio de peixes deliciosos que depois de pescados pelos pescadores artesanais da ilha e grelhados a moda nacional com limão e malagueta, servem de refeição quente aos filhos da terra que o acompanham com banana pão assada e  uma bebida tradicional que a língua portuguesa chama de vinho de palma, animado pelos barulhos e assobios de uma boa partida de carta ( Bisca 61) e contemplando as senhoras que passam nos  dois sentidos, apressadas com bacias nas suas cabeças e uma criança nas costas anexadas à um pano amarrado no tronco da sua mãe que está descalça e cansada de tanto andar para procurar fregueses que lhe possam comprar o peixe de forma a conseguir algum dinheiro para pagar a propina do filho que estuda décimo ano e é a esperança da família, percebe-se que a sociedade está aflita lutando pela sua sobrevivência e que os jovens se encontram desorientados, desnorteados e bandalhados... Jovens que são o motor da nação, se negam a dar seguimento à cultura do país, inventam manias e todo tipo de desculpas quando se trata de trabalhar e fazer qualquer coisa, homens volumosos e de sangue quente, puramente Africanos, mas que no fundo são frios como águas do Rio Água  Grande que atravessa a cidade capital em direção à praia e onde pode-se ver crianças que na sua idade escolar  abandonam os livros e preferem pescar os peixinhos do rio para matar a fome inexplicável. Jovens que se dizem estar na ‘’ via’’ com todas as correntes, mas que nada fazem, nada sabem, são cegos, surdos e mudos, filhos de João, Ana e Maria que perderam seus empregos por falta de seriedade, falta de capacidade, ou até mesmo falta de respeito próprio, porque no tempo devido não estudaram, pois lhe diziam que liceu não é para pobres.
 O mesmo liceu que está transformando os alunos em pessoas que lêem mas não entendem, sabem mas não explicam, falam, falam e falam, mas nada sabem dizer,  futuros homens que não conhecem suas origens, que têm vergonha de falar sua língua materna e que nem a língua oficial deixada pelos nossos ‘’descobridores portugueses’’ dominam, jovens que lêem duas páginas de livros e não se lembram de uma frase se quer e se lembrarem do título do livro, não conseguem lembrar mais nada nem mesmo o nome do autor, adolescentes que não respeitam regras éticas, tradições e costumes, jovens sem etiquetas e princípios de boa convivência... Esse é o  país...a camada estudantil secundaria,  ou mesmo universitária, média ou superior ou até mesmo detentores de um diploma superior que deviam constituir o exemplo da nação, também são cegos e mudos, mas não são surdos, porque ouvem de tudo quanto é lado, deixaram a evolução tecnológica e informativa enraizar nas suas mentes, mestres em lições de vida e palavras picantes nas redes sociais, altamente actualizados nas burrices de páginas do mundo virtual, completamente embutidos no mundo virtual fictício, vivem o tecnológico e se esquecem dos problemas reais, autores das suas próprias biografias, fotógrafos altamente profissionais contratados por todo tipo de redes sociais, não perdem uma ‘’dica’’ do dia, estão presentes em todos os comentários das publicações vitrinais do mundo tecnológico. Jovens que deviam ser o exemplo distinguível da nação, são no fundo mentes ignorantes, confusionistas e desinformados...
 No país pode-se notar confusão contra tudo e todos sem razão alguma, todos querem ter seu bendito  nome futuramente inscritos  nos livros de histórias, sonham com o dia em que seus  nomes serão  mencionados em sala de aulas, mas nada fazem, nada criam e só copiam.
Falta criatividade na vida do homem São-Tomense, mais seriedade naquilo que envolve problemas da nação. 
Se és estudante, adolescente, jovem ou mesmo adulto, saiba que o desenvolvimento das ilhas depende inteiramente da tua mente e daquilo que podes fazer, podes criar ou desenvolver, só se desenvolve criando, e só se cria quando se deixa de preocupar com coisas alheias e desnecessárias, seja responsável com essa geração, porque a geração anterior falhou, e ninguém poderá culpar ninguém porque todos dizem ter razão. Estude, trabalhe, seja bom naquilo que fazes,  se és estudante dê o teu melhor, desenvolva a tua mente, não deixe uma coisa chamada ‘’tecnologia’’ te escravizar nem a bajulação e hipocrisia mental te afectar, porque a colonização física se foi, mas a pior permanece, e a pior colonização é a colonização mental, aquela que te faz ser ignorante e cego,  te dá sentido de despreocupação e te faz pensar que só pelo facto de leres uns textos e assistires uns vídeos, já és mestre, enquanto que  na verdade as pessoas ao teu redor precisam de ajuda e não podes ajudar porque também estás sendo colonizado... Pensamento é poder, se os teus braços forem fracos a tua mente deve ser forte, e se ambos, quer a tua mente quer o teu braços forem fracos então a tua boca deve permanecer calada porque quem não trabalha e não pensa, não pode ter nada para falar... 
E se falar só será reclamações e nada de positivo... 
São Tomé e Príncipe precisa mais de ajuda nacional do que internacional.. Lembre-se ‘’ Dinheiro resolve os problemas quando o cérebro não é de lesma’’  . 
Estude, estude e estude, análise situações a sua volta, e não seja como um Carneiro que segue outro Carneiro para atravessar a estrada, digo-te, se passar um automóvel em alta velocidade os dois serão atropelados. Não importa onde estudas ou estudastes, o que realmente importa é o que aprendeste! E tuas acções serão os frutos do teu aprendizado e cuidado para não seres fotógrafo de redes sociais, porque se fores, as tuas selfies serão engraçadas e no ponto, mas  os teus sonhos reais não passaram de um conto. Todos devem dar sua contribuição e deixar de acreditar, porque se for para acreditar todos acreditam, o facto é que acreditam tanto que chegam a cruzar os braços e sentam à beira dos bares a traçar planos perfeitos que não se realizam em lugares nenhum .

 

O ESTUDANTE, O CONHECIMENTO E A SOCIEDADE

Todo estudante em alguma ocasião de sua vida talvez já perguntou a si mesmo: porque devo estudar? qual a lógica de obter conhecimento se uma pessoa com entendimento a mais ou a menos não faz diferença? como aplicar o conhecimento que acho que possuo, se na sociedade e na prática tudo parece ser diferente? Entre milhões de posts que circulam pela internet e trilhões de informações que podemos ter acesso todos os dias a partir de um simples dispositivo que tens na mão ou na tua mesa de estudos, está este simples post que talvez por curiosidade ou por mero acaso começaste a ler e o teu cérebro começou um fantástico trabalho para descodificar um mero conjunto de símbolos e impulsos visuais e converte-los em conceitos lógicos que automaticamente são transformados em linguagem do pensamento que dão origem ao entendimento e te faz perceber cada palavra que lês... isso ocorre de uma forma tão perfeita, fantástica e rápida que nem percebes o conjunto de processos complicadíssimos que estão por detrás desta tua capacidade. Com a ajuda de tuas capacidades mentais, este post ajudar-te-á a perceber a relação entre o estudante, o conhecimento e a sociedade e estabelecerá uma ponte na tua viagem pela busca de respostas a perguntas que já alguma vez fizestes ou que venhas a fazer no decorrer de sua vida estudantil ou após ela. O ser humano é a única espécie capaz de pensar, raciocinar e produzir pensamentos próprios que seguem um determinado padrão de lógica que ajudam a entender a si próprio, os da sua espécie e todas outras criaturas e coisas que existem. No entanto, nem sempre o raciocínio produz pensamentos corretos, ou lógicos, interferindo por isso no fator entendimento que tem sido uma das grandes limitações da espécie humana. Nesta cadeia de raciocínio está o estudante que é nada mais nada menos do que um individuo que busca instruções intelectuais, alguém que busca o conhecimento. O conhecimento é um tipo de descodificador, isto é, a chave para decifrar algum código. A sociedade é um poço de código, um lugar onde códigos são descobertos, criados, inventados, falsificados ou simplesmente esquecidos…. Assim como o cérebro que descodifica as palavras para uma linguagem de pensamento que entendes, assim também é o conhecimento que descodifica um problema social e decifra a sua solução. Mas, atenção, o cérebro não pode decifrar uma palavra que tu não conheces, por mais que ele tente buscar conceitos parecidos para te fazer perceber a ideia mental da palavra, chega um momento que ele simplesmente te diz: "Desculpa, mas eu não encontrei nada parecido com isso no teu descodificador, o teu descodificador precisa ser ampliado». Da mesma forma, um individuo não pode resolver um problema para qual ele não tem conhecimento suficiente, ou seja ele não poderá descodificar um código para o qual ele não tem descodificador, por mais que ele tente, chegará uma hora em que sua capacidade estará muito aquém de suas responsabilidades e o processo de descodificação falhará subitamente... Neste contexto o estudante enquanto uma pessoa que busca e armazena o descodificador, ele deve continuar buscando cegamente pelo conhecimento e deve procurar armazenar o máximo que puder. Quando deparamos com uma situação difícil de resolver, ou que achamos que não temos capacidade para resolver, não é por falta de capacidade, na verdade isso é sinal que encontramos um código que ainda não achamos o descodificador, ou que o descodificador que possuímos está altamente desatualizado... quando a sociedade tem um problema ela procura por alguém que um dia buscou o descodificador para soluciona-lo, se a pessoa tiver armazenado o decodificador correto então ele decifrará o código automaticamente, mas se não, ele procurará dar voltas daqui, voltas de lá e chegará uma hora em que ele se aperceberá que afinal de contas ele não armazenou o suficiente.... O estudante busca conhecimento para satisfazer as necessidades da sociedade, quanto mais ele buscar, mais ele se sentirá satisfeito, ele se sentirá útil e confiante, e quando ele começar a descodificar os códigos postos pela sociedade ele não falhará, sua decifração será exata e seus pensamentos serão corretos e ele estará contribuindo para o avanço da sociedade onde vive. Por outro lado, existem também descodificadores falsos que conduzem ao erro e falha, assim também o estudante deve peneirar toda informação que armazena... existem descodificadores que deixam de funcionar com tempo, do mesmo modo o estudante deve estar sempre em sintonia com o que foi armazenado, deve atualizá-lo e torna-lo útil de algum modo...   A sociedade tem todo tipo de código, mas quem armazenou o suficiente saberá usar o descodificador correto na hora certa. Então pergunte-se a si mesmo: porque devo estudar? Assim como um computador que precisa de instruções para realizar uma determinada tarefa requerida pelo usuário, assim também todos nós precisamos continuar buscando o conhecimento para realizar tarefas requeridas pela sociedade. Qual a lógica de obter conhecimento se uma pessoa com entendimento a mais ou a menos não faz diferença? Nem todos possuem o mesmo descodificador capaz de decifrar um determinado código da sociedade, alguns possuem, mas talvez esteja desatualizado, outros podem ter perdido, outros possuem códigos falsos, etc. Portanto cada estudante é uma contribuição única e diferente. Como aplicar o conhecimento que acho que possuo, se na sociedade e na prática tudo parece ser diferente? Descodificadores precisam ser testados, todo o conhecimento verdadeiro sempre é aplicado e produz bons frutos, na sociedade nada é diferente, as pessoas agem de acordo com descodificadores que possuem ou que não possuem. Por fim deve-se sempre lembrar que o estudante deve procurar o conhecimento porque um dia a sociedade procurará aquele que um dia foi ou é estudante. Daqui em diante sempre que tiveres alguma inquietação, dificuldade ou pergunta encarre-a como um código que precisa ser descodificado e pergunte a si mesmo: será que meu descodificador está atualizado? será que é verdadeiro? será que é realmente o descodificador para este código, ou existe outro que eu preciso buscar? … Já agora, quantos descodificadores já conseguiste armazenar? E quantos códigos já decifrastes? Continue armazenando, porque os códigos da sociedade lá fora não estão nada fáceis de decifrar.

A universidade e a sociedade

Actualmente, em São Tomé e Príncipe verifica-se um aumento exorbitante de pessoas que pararam de se limitar. A vontade de ser independente começou a falar mais alto quando apareceu o desejo de mudança e crescimento individual. Isso deveu-se ao aumento de números de universidades e centros de ensinos profissionais no país. A universidade é considerada como um sistema social cujas mudanças acompanham as transformações em diferentes áreas da ação humana. Podemos estabelecer uma relação entre universidade e sociedade, porém esse processo não pode ser visto como uma relação só de aparências, porque a universidade como integrante do sistema educativo de um país, fornece a base prioritária para fortalecer os recursos humanos de uma determinada sociedade Actualmente fala-se da globalização do conhecimento, processo que envolve as universidades e está estreitamente associado à própria natureza do saber contemporâneo. Essa globalização, que muitas vezes mascara a forma natural de pensar, e desenvolver ideias com originalidade, criando também nova forma de desigualdade. Acrescento, dizendo que o crescimento deve referir-se ao desenvolvimento humano e sustentável, o que significa um desenvolvimento baseado em nossas próprias forças produtivas, nas nossas capacidades e na competitividade a serviço da dignidade do ser humano; desenvolvimento que respeite o direito das futuras gerações de satisfazer suas necessidades. Segundo o artigo produzido pelo Comitê Científico Regional para a América Latina e o Caribe, do Fórum da UNESCO, Paris, em dezembro de 2003, "desde suas origens, é sabido que a educação universitária tem perseguido a meta de criar, transmitir e disseminar conhecimento. O conhecimento ocupa hoje lugar central nos processos que configuram a sociedade contemporânea, as instituições que trabalham com e sobre o conhecimento participam também dessa centralidade. Essa consideração levou a nova análise das relações entre a sociedade e as instituições de educação superior, e a fortalecer a relevância do papel estratégico da educação superior".  Hoje em dia fala-se muito na educaçãao a principal lavanca para a construção do futuro. Sim e é satisfatório ver São Tomé e Príncipe seguindo esse caminho, porque estamos a ser pressionados pelo ritmo das mudanças, a sociedade cada vez mais tende a fundamentar-se no conhecimento, de modo que a educação superior e a pesquisa atuam hoje como parte fundamental do desenvolvimento cultural, socioeconômico e ecologicamente sustentável dos indivíduos.

AESTP - Moscovo participa na exposição da "URAP"

Centena de estudantes de vários paises do mundo, se destacaram hoje 04 de Maio de 2017 numa exposição de arte e cultura desenvolvida pela Universidade Russa de Amizade dos Povos "URAP". Uma exposição que lança reflexão sobre o estado das artes e culturas de todos paises envolvidos, e como sempre STP nao ficou de fora desse grande evento. Edmilbe Ramos, Presidente da Associação dos estudantes sãotomenses em Moscovo, uma figura muito importante no processo de expansão da cultura do nosso povo, no final da actividade disse que "os materias expostos no recinto da parte principal da universidade, fazem parte de colecções da associação e dos elementos-estudantes sãotomenses em Moscovo". Os membros da comunidade mostraram-se engajados e disponibilizaram seu rico e precioso tempo para se fazerem presentes na grande exposição.

STP campeão africano de futebol na "URAP"- Moscovo

A Grande Conquista é o resultado de pequenas vitórias que passam despercebidas. São Tomé e Príncipe faz história na Universidade Russa  de Amizade entre os Povos "URAP".  Os Santolas vencem pela primeira vez  o campeonato de futebol, onde participaram muitas equipas de paises da África. Segundo o secretário do desporto, Fabio Gué, ganhar um campeonato dessa dimensão, segnifica dar primeiros passos para atingir objectivos mais ambiciosos que a comunidade pretende atingir. A unida comunidade de estudantes de São Tomé e Principe mais uma vez leva o nome do seu pequeno e rico país além fronteira. A equipa de camisola vermelha carrega consigo as seguintes palavras de ordem, "O futuro se faz agora, E cada erro é uma vitória, Pois a derrota não existe. Não há conquista sem labuta A vida é uma infinita luta Onde só perde quem desiste."

AESTP-Moscovo aprova o estatuto

Dezenas de milhares de estudantes africanos passaram por estabelecimentos de ensino profissional, civil e militar, por institutos e universidades russas na antiga União Soviética. Há que dizer que, em África, os ex-estudantes da Rússia são uma parte significativa da elite, quer política, quer económica, quer militar. Praticamente em cada governo africano existem pessoas que falam russo. Aonde quer que fores, encontras sempre ex-estudantes que estudaram na Rússia. Eles são um importante apoio aos empresários e políticos russos. Definitivamente quando se fala da Africa e os seus feitos pelo mundo, o pequeno estado do golfo da guiné "São Tomé e Príncipe" não fica indiferente. Embora em pequena quantidade, os jovens sãotomenses também tiveram o grande previlégio de estudar na antiga URSS e contribuiram de uma certa forma para o desenvolvimento das ilhas do centro do mundo. A queda do governo de Stálin trouxe à tona uma série de transformações que abriu portas, uma vez mais a entrada de estudantes de São Tomé e Príncipe no território russo, resultado de cooperação entre esses dois estados. Assim começa a história da segunda geração dos estudantes sãotomenses na Rússia, o processo começa em 2008/ 2009, e o número dos estudantes tendem aumentar a cada ano que passa e surge assim a necessidade da comunidade se unir. Essa união deu origem a uma associação "AESTP - Moscovo" Associação dos Estudantes de São Tomé e Príncipe em Moscovo, que funciona como elo de ligação entre os alunos , o Ministério da Educação de São Tomé e Príncipe, pais e encarregados de educação e o corpo docente da Universidade. A AESTP - Moscovo é uma associação sem fins lucrativos que, tal como as muitas outras, é totalmente constituída e gerida por estudantes universitários unidos por uma causa comum. Para que a associação execute com eficiencia as suas acões, foi criado o estatuto com o principal proposito de regular questões essenciais, questões referentes a comportamentos, atitudes das pessoas dentro da comunidade. Com a aprovação do referido estatuto, realizada no passado dia 26 de fevereiro de 2017, a comunidade se sentiu motivada a invergar esforços necessários para o bom funcionamento da organização e fazer valer os parametros nele citado. Os estudantes de São Tomé e Príncipe encontram-se efetivamente bem representados e organizados para futuros desafios que haverão de infrentar e de igual modo pode-se assim dizer a AESTP-Moscovo tem agora todas as ferramentas para levar o nome das ilhas do equador além fronteira.